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OSSO LIVROS
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Esqueleto 1. Menina Morango- Centauros.
Um novo hóspede chega ao decrépito pensionato da Maria e aluga um quarto. O homem tem estranhos hábitos e nunca sai do quarto. Para Maria e Morela, esta figura sinistra é um assassino, ou algo pior.
Um novo hóspede chega ao decrépito pensionato da Maria e aluga um quarto. O homem tem estranhos hábitos e nunca sai do quarto. Para Maria e Morela, esta figura sinistra é um assassino, ou algo pior.
Carlos Ferreira é artista gráfico, diretor, roteirista e editor. Desenvolve atividades em diversas áreas, como cinema, quadrinhos, televisão e música. Roteirista de histórias em quadrinhos publicadas no Brasil, Argentina e Japão, destacando-se os álbuns Kardec (Editora Leya 2011), Os Sertões - A Luta e O Castelo, de Franz Kafka (Editora Nova Fronteira 2010 e 2012), Caos(IEL/Corag, 2013) e a revista independente Picabu (1991,1992,1993,2009,2011 e 2013).
Premiado no Salão Internacional de Desenhos para Imprensa (1992 e 2013), Festival internacional de Quadrinhos-FIQ (1998), Bienal Internacional de Quadrinhos (1993) e Salão Internacional de Humor de Piracicaba(1996), premiado no HQMIx (2011). finalista Prêmio AGES de Literatura (2014).
R$ 20,00
Premiado no Salão Internacional de Desenhos para Imprensa (1992 e 2013), Festival internacional de Quadrinhos-FIQ (1998), Bienal Internacional de Quadrinhos (1993) e Salão Internacional de Humor de Piracicaba(1996), premiado no HQMIx (2011). finalista Prêmio AGES de Literatura (2014).
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Esqueleto - 2 - Experimentadores - Fabiano Gummo - Carlos Sekko
Existiram mesmo homens tão insanos a ponto de experimentar o que está além do compreensível? Pode a ciência estar de tal forma entrelaçada ao oculto que até mesmo os mais céticos transformam-se em crentes? A Sociedade de Nakahei foi, por séculos, considerada uma lenda menor, um jocoso chiste praticado por estudantes e mestres, o ridículo exemplo de como o obscurantismo poderia ser nocivo ao pensamento científico. Os risos e brincadeiras cessaram completamente quando as ruínas de Gork London foram, infelizmente, descobertas.
Medos, então, afloraram. Linhas filosóficas desabaram. E questões perturbadoras foram formuladas: quem foi Monsieur Laboustère? Quais os limites éticos de Solomon Van Mayer? Como é possível que existam tantas semelhanças entre um famoso filantropo Malaio e o misteriosamente desaparecido Fabius, “o insano”? Quem eram os Experimentadores?
Fabiano Gummo nasceu em 1978, em Canoas, Rio Grande do Sul. Iniciou sua produção artística no final da década de 80, vinculando o cotidiano maximalista do subúrbio urbanizado aos mais diversos percursos estéticos. Como destaques, vale citar as mostras individuais “Coração Gordo: A Multiplicidade Experimental”, “O Desenho do Campo Devastado”, “Isolated Membrane” e “Laxative Approach”. De maneira independente, sob os selos da Fuzzie Cannibal Comics e da RUÍDO PUBLICAÇÕES, lançou as seguintes obras Vidas Secas Cut Up, Indivisual, Bubble Plasma, Hobo, O desfiladeiro em Azlo Brum 1 & 2, Poindexter Review, Abordagem Laxativa, Quem Sabe, Mind Keepers 1 & 2, The Mazeboy, Cronenberg 1, 2 & 3 e Kaos 1. Em 2014, lançou o romance verbivisual multicamadas chamado "2013". Atualmente, Fabiano Gummo trabalha com ações que possibilitem provocar o pensamento em direção à multiplicidade visual contemporânea enquanto prepara seu segundo romance/caleidoscópio, com o título provisório de “700&TRINTA”.
Carlos Sekko tem 38 anos e nasceu em Niterói, RJ, o que considera um erro de percurso já que vive desde 1984 no Rio Grande do Sul. Seus primeiros trabalhos profissionais foram como desenhista de storyboard e ilustrador editorial, desenhando principalmente para editoras e periódicos como revista Cidade B, o Dilúvio, entre outras.
Em meados de 2007 lançou os fanzines Aríete e A Barata Chipada. Testou o formato minicomics (A7) quando lançou, em 2008, a 5cologia dos Sentidos (ainda não terminada), com os títulos: O Olho, A Boca e O Nariz. Em 2009 participou da revista Adeus, Tia Chica, publicação indicada para o Prêmio HQmix.
Após um hiato de alguns anos, trabalhos incompletos e projetos malogrados, voltou às origens com a publicação do fanzine Culatra, em 2014, no Osso. Tem como futuros projetos a HQ Doctor Graveyard Medicine Show, do argentino Damián Connelly, O Pampa Zumbi e a HQ de luta livre RedEagle, além, é claro, terminar, finalmente, todas os trabalhos que porventura iniciou.
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Existiram mesmo homens tão insanos a ponto de experimentar o que está além do compreensível? Pode a ciência estar de tal forma entrelaçada ao oculto que até mesmo os mais céticos transformam-se em crentes? A Sociedade de Nakahei foi, por séculos, considerada uma lenda menor, um jocoso chiste praticado por estudantes e mestres, o ridículo exemplo de como o obscurantismo poderia ser nocivo ao pensamento científico. Os risos e brincadeiras cessaram completamente quando as ruínas de Gork London foram, infelizmente, descobertas.
Medos, então, afloraram. Linhas filosóficas desabaram. E questões perturbadoras foram formuladas: quem foi Monsieur Laboustère? Quais os limites éticos de Solomon Van Mayer? Como é possível que existam tantas semelhanças entre um famoso filantropo Malaio e o misteriosamente desaparecido Fabius, “o insano”? Quem eram os Experimentadores?
Fabiano Gummo nasceu em 1978, em Canoas, Rio Grande do Sul. Iniciou sua produção artística no final da década de 80, vinculando o cotidiano maximalista do subúrbio urbanizado aos mais diversos percursos estéticos. Como destaques, vale citar as mostras individuais “Coração Gordo: A Multiplicidade Experimental”, “O Desenho do Campo Devastado”, “Isolated Membrane” e “Laxative Approach”. De maneira independente, sob os selos da Fuzzie Cannibal Comics e da RUÍDO PUBLICAÇÕES, lançou as seguintes obras Vidas Secas Cut Up, Indivisual, Bubble Plasma, Hobo, O desfiladeiro em Azlo Brum 1 & 2, Poindexter Review, Abordagem Laxativa, Quem Sabe, Mind Keepers 1 & 2, The Mazeboy, Cronenberg 1, 2 & 3 e Kaos 1. Em 2014, lançou o romance verbivisual multicamadas chamado "2013". Atualmente, Fabiano Gummo trabalha com ações que possibilitem provocar o pensamento em direção à multiplicidade visual contemporânea enquanto prepara seu segundo romance/caleidoscópio, com o título provisório de “700&TRINTA”.
Carlos Sekko tem 38 anos e nasceu em Niterói, RJ, o que considera um erro de percurso já que vive desde 1984 no Rio Grande do Sul. Seus primeiros trabalhos profissionais foram como desenhista de storyboard e ilustrador editorial, desenhando principalmente para editoras e periódicos como revista Cidade B, o Dilúvio, entre outras.
Em meados de 2007 lançou os fanzines Aríete e A Barata Chipada. Testou o formato minicomics (A7) quando lançou, em 2008, a 5cologia dos Sentidos (ainda não terminada), com os títulos: O Olho, A Boca e O Nariz. Em 2009 participou da revista Adeus, Tia Chica, publicação indicada para o Prêmio HQmix.
Após um hiato de alguns anos, trabalhos incompletos e projetos malogrados, voltou às origens com a publicação do fanzine Culatra, em 2014, no Osso. Tem como futuros projetos a HQ Doctor Graveyard Medicine Show, do argentino Damián Connelly, O Pampa Zumbi e a HQ de luta livre RedEagle, além, é claro, terminar, finalmente, todas os trabalhos que porventura iniciou.
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Esqueleto - 3 - Gabriel Ferreira - Pedro Augusto Gohlke
Mente e mito se mesclam e renascem como um emaranhado de corredores angustiantes, lar de terrores primevos. E mais, um solitário pescador Inuti(esquimó) fica face a face com forças cósmicas além de sua compreensão.
Pedro Augusto Gohlke
Escritor que debuta nesta revista.
Escritor que debuta nesta revista.
Gabriel Ferreira
Ilustrador e autor independente de quadrinhos de Porto Alegre, participou do Álbum Picabu 5 e idealizou/produziu as revistas Phântasos e Nguenemapún
R$ 20,00
Ilustrador e autor independente de quadrinhos de Porto Alegre, participou do Álbum Picabu 5 e idealizou/produziu as revistas Phântasos e Nguenemapún
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Esqueleto - 4 - Aline Daka
Álbum de confissões
Tradução do poema: Gleiton Lentz
Adaptação para os quadrinhos: Aline Daka
Publicada originalmente na (n.t.) Revista Literária em Tradução #6 Baseada no homônimo poema do dândi uruguaio Roberto de las Carreras, a HQ literária Álbum de confissões (1886) apresenta o próprio poeta como um personagem que entrevista a si mesmo num tom fantastico e tragicômico. Enquanto o personagem se duplifica e gira em torno de si, como num jogo de cartas, destila seu humor negro mediante uma série de eventos que ilustram uma visão crítica dos costumes do final do século XIX. A cada pergunta-resposta abrem-se um conjunto de mini-histórias que revelam uma atmosfera decadente onde o crime, o vício e os mais terríveis aspectos do caráter humano são banalizados. Carreras é um personagem ambivalente e provocativo e dirige seu escárnio também a si mesmo, trazendo ao leitor um caleidoscópio de belas e terríveis imagens onde se evocam poetas, pintores, músicos, suicidas e alguns dos personagens mais obscuros de sua biografia e época. Essa "brincadeira" só poderia ter um único e derradeiro final, é uma HQ que se apraz pelas entrelinhas
Fora de contato
Tradução do poema: Gleiton Lentz
Adaptação para os quadrinhos: Aline Daka
Publicada originalmente na (n.t.) Revista Literária em Tradução #8 Adaptada de homônima letra, "Fora de Contato" (1977), de Ian Curtis, é uma HQ atmosférica, cuja narrativa compõe-se de imagens e memórias do eu-narrador que busca extrair desses fragmentos de vida emoções muitas vezes perdidas de modo irremediável. A cidade é o personagem principal, em cujo cenário ele tenta reencontrar a si mesmo e procurar em memórias turvas e obscuras aquilo que lhe poderia trazer de volta o sentimento, ou um novo sentir. Mas são curvas que nada prometem, espaços vazios, percursos labirínticos, luzes e sombras que somente comemoram a dança solitária de seu espírito. As imagens que o cercam parecem condená-lo para todo o sempre, e novamente. A HQ procura traduzir o imaginário único de Curtis em cenas já conhecidas, compondo um quadro que possa conduzir a uma nova percepção de mundo, já contemplada por ele em ritmos e formas inconfundíveis.
O jogo do rabo do burro
HQ por Aline Daka HQ autoral de Aline Daka que faz da ilustração da crueldade de uma brincadeira infantil de meninas uma alegoria, para demonstrar que o jogo pode estar para sempre perdido não importa o que se faça...
Virgínia Eleita!
HQ por Aline Daka HQ de Aline Daka baseado em fragmento de Clarice Lispector, retirado do livro O lustre. Uma menina que nunca é escolhida garante para sempre seu poder com um simples gesto significativo...
Aline Daka é ilustradora e artista visual, desenvolve seu trabalho nas linguagens do desenho, dos quadrinhos, da ilustração e das Artes Visuais. Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul complementou seus estudos na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em Portugal. É ilustradora da (n.t.) Revista Literária em Tradução, na qual publica semestralmente quadrinhos a partir de poemas e textos literários; também é curadora e ensaísta do
Suplemento de Arte.
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Álbum de confissões
Tradução do poema: Gleiton Lentz
Adaptação para os quadrinhos: Aline Daka
Publicada originalmente na (n.t.) Revista Literária em Tradução #6 Baseada no homônimo poema do dândi uruguaio Roberto de las Carreras, a HQ literária Álbum de confissões (1886) apresenta o próprio poeta como um personagem que entrevista a si mesmo num tom fantastico e tragicômico. Enquanto o personagem se duplifica e gira em torno de si, como num jogo de cartas, destila seu humor negro mediante uma série de eventos que ilustram uma visão crítica dos costumes do final do século XIX. A cada pergunta-resposta abrem-se um conjunto de mini-histórias que revelam uma atmosfera decadente onde o crime, o vício e os mais terríveis aspectos do caráter humano são banalizados. Carreras é um personagem ambivalente e provocativo e dirige seu escárnio também a si mesmo, trazendo ao leitor um caleidoscópio de belas e terríveis imagens onde se evocam poetas, pintores, músicos, suicidas e alguns dos personagens mais obscuros de sua biografia e época. Essa "brincadeira" só poderia ter um único e derradeiro final, é uma HQ que se apraz pelas entrelinhas
Fora de contato
Tradução do poema: Gleiton Lentz
Adaptação para os quadrinhos: Aline Daka
Publicada originalmente na (n.t.) Revista Literária em Tradução #8 Adaptada de homônima letra, "Fora de Contato" (1977), de Ian Curtis, é uma HQ atmosférica, cuja narrativa compõe-se de imagens e memórias do eu-narrador que busca extrair desses fragmentos de vida emoções muitas vezes perdidas de modo irremediável. A cidade é o personagem principal, em cujo cenário ele tenta reencontrar a si mesmo e procurar em memórias turvas e obscuras aquilo que lhe poderia trazer de volta o sentimento, ou um novo sentir. Mas são curvas que nada prometem, espaços vazios, percursos labirínticos, luzes e sombras que somente comemoram a dança solitária de seu espírito. As imagens que o cercam parecem condená-lo para todo o sempre, e novamente. A HQ procura traduzir o imaginário único de Curtis em cenas já conhecidas, compondo um quadro que possa conduzir a uma nova percepção de mundo, já contemplada por ele em ritmos e formas inconfundíveis.
O jogo do rabo do burro
HQ por Aline Daka HQ autoral de Aline Daka que faz da ilustração da crueldade de uma brincadeira infantil de meninas uma alegoria, para demonstrar que o jogo pode estar para sempre perdido não importa o que se faça...
Virgínia Eleita!
HQ por Aline Daka HQ de Aline Daka baseado em fragmento de Clarice Lispector, retirado do livro O lustre. Uma menina que nunca é escolhida garante para sempre seu poder com um simples gesto significativo...
Aline Daka é ilustradora e artista visual, desenvolve seu trabalho nas linguagens do desenho, dos quadrinhos, da ilustração e das Artes Visuais. Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul complementou seus estudos na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em Portugal. É ilustradora da (n.t.) Revista Literária em Tradução, na qual publica semestralmente quadrinhos a partir de poemas e textos literários; também é curadora e ensaísta do
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Esqueleto - 5 - A coluna de Roberto - Adri A.
Roberto era um menino muito bonzinho que tinha um rabo muito malvado.
Adriano Andrade, vulgo Adri A., é ilustrador e quadrinista – às vezes, também escreve uns contos. Publica suas produções na páginafacebook.com/rextod e em fanzines que ele mesmo edita, além de já ter tido trabalhos selecionados para outras publicações de selos independentes.
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