R$ 200,00
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Esqueleto 1. Menina Morango- Centauros.
Um novo hóspede chega ao decrépito pensionato da Maria e aluga um quarto. O homem tem estranhos hábitos e nunca sai do quarto. Para Maria e Morela, esta figura sinistra é um assassino, ou algo pior.
Um novo hóspede chega ao decrépito pensionato da Maria e aluga um quarto. O homem tem estranhos hábitos e nunca sai do quarto. Para Maria e Morela, esta figura sinistra é um assassino, ou algo pior.
Carlos Ferreira é artista gráfico, diretor, roteirista e editor. Desenvolve atividades em diversas áreas, como cinema, quadrinhos, televisão e música. Roteirista de histórias em quadrinhos publicadas no Brasil, Argentina e Japão, destacando-se os álbuns Kardec (Editora Leya 2011), Os Sertões - A Luta e O Castelo, de Franz Kafka (Editora Nova Fronteira 2010 e 2012), Caos(IEL/Corag, 2013) e a revista independente Picabu (1991,1992,1993,2009,2011 e 2013).
Premiado no Salão Internacional de Desenhos para Imprensa (1992 e 2013), Festival internacional de Quadrinhos-FIQ (1998), Bienal Internacional de Quadrinhos (1993) e Salão Internacional de Humor de Piracicaba(1996), premiado no HQMIx (2011). finalista Prêmio AGES de Literatura (2014).
R$ 20,00
Premiado no Salão Internacional de Desenhos para Imprensa (1992 e 2013), Festival internacional de Quadrinhos-FIQ (1998), Bienal Internacional de Quadrinhos (1993) e Salão Internacional de Humor de Piracicaba(1996), premiado no HQMIx (2011). finalista Prêmio AGES de Literatura (2014).
R$ 20,00
Esqueleto - 2 - Experimentadores - Fabiano Gummo - Carlos Sekko
Existiram mesmo homens tão insanos a ponto de experimentar o que está além do compreensível? Pode a ciência estar de tal forma entrelaçada ao oculto que até mesmo os mais céticos transformam-se em crentes? A Sociedade de Nakahei foi, por séculos, considerada uma lenda menor, um jocoso chiste praticado por estudantes e mestres, o ridículo exemplo de como o obscurantismo poderia ser nocivo ao pensamento científico. Os risos e brincadeiras cessaram completamente quando as ruínas de Gork London foram, infelizmente, descobertas.
Medos, então, afloraram. Linhas filosóficas desabaram. E questões perturbadoras foram formuladas: quem foi Monsieur Laboustère? Quais os limites éticos de Solomon Van Mayer? Como é possível que existam tantas semelhanças entre um famoso filantropo Malaio e o misteriosamente desaparecido Fabius, “o insano”? Quem eram os Experimentadores?
Fabiano Gummo nasceu em 1978, em Canoas, Rio Grande do Sul. Iniciou sua produção artística no final da década de 80, vinculando o cotidiano maximalista do subúrbio urbanizado aos mais diversos percursos estéticos. Como destaques, vale citar as mostras individuais “Coração Gordo: A Multiplicidade Experimental”, “O Desenho do Campo Devastado”, “Isolated Membrane” e “Laxative Approach”. De maneira independente, sob os selos da Fuzzie Cannibal Comics e da RUÍDO PUBLICAÇÕES, lançou as seguintes obras Vidas Secas Cut Up, Indivisual, Bubble Plasma, Hobo, O desfiladeiro em Azlo Brum 1 & 2, Poindexter Review, Abordagem Laxativa, Quem Sabe, Mind Keepers 1 & 2, The Mazeboy, Cronenberg 1, 2 & 3 e Kaos 1. Em 2014, lançou o romance verbivisual multicamadas chamado "2013". Atualmente, Fabiano Gummo trabalha com ações que possibilitem provocar o pensamento em direção à multiplicidade visual contemporânea enquanto prepara seu segundo romance/caleidoscópio, com o título provisório de “700&TRINTA”.
Carlos Sekko tem 38 anos e nasceu em Niterói, RJ, o que considera um erro de percurso já que vive desde 1984 no Rio Grande do Sul. Seus primeiros trabalhos profissionais foram como desenhista de storyboard e ilustrador editorial, desenhando principalmente para editoras e periódicos como revista Cidade B, o Dilúvio, entre outras.
Em meados de 2007 lançou os fanzines Aríete e A Barata Chipada. Testou o formato minicomics (A7) quando lançou, em 2008, a 5cologia dos Sentidos (ainda não terminada), com os títulos: O Olho, A Boca e O Nariz. Em 2009 participou da revista Adeus, Tia Chica, publicação indicada para o Prêmio HQmix.
Após um hiato de alguns anos, trabalhos incompletos e projetos malogrados, voltou às origens com a publicação do fanzine Culatra, em 2014, no Osso. Tem como futuros projetos a HQ Doctor Graveyard Medicine Show, do argentino Damián Connelly, O Pampa Zumbi e a HQ de luta livre RedEagle, além, é claro, terminar, finalmente, todas os trabalhos que porventura iniciou.
R$ 20,00
Existiram mesmo homens tão insanos a ponto de experimentar o que está além do compreensível? Pode a ciência estar de tal forma entrelaçada ao oculto que até mesmo os mais céticos transformam-se em crentes? A Sociedade de Nakahei foi, por séculos, considerada uma lenda menor, um jocoso chiste praticado por estudantes e mestres, o ridículo exemplo de como o obscurantismo poderia ser nocivo ao pensamento científico. Os risos e brincadeiras cessaram completamente quando as ruínas de Gork London foram, infelizmente, descobertas.
Medos, então, afloraram. Linhas filosóficas desabaram. E questões perturbadoras foram formuladas: quem foi Monsieur Laboustère? Quais os limites éticos de Solomon Van Mayer? Como é possível que existam tantas semelhanças entre um famoso filantropo Malaio e o misteriosamente desaparecido Fabius, “o insano”? Quem eram os Experimentadores?
Fabiano Gummo nasceu em 1978, em Canoas, Rio Grande do Sul. Iniciou sua produção artística no final da década de 80, vinculando o cotidiano maximalista do subúrbio urbanizado aos mais diversos percursos estéticos. Como destaques, vale citar as mostras individuais “Coração Gordo: A Multiplicidade Experimental”, “O Desenho do Campo Devastado”, “Isolated Membrane” e “Laxative Approach”. De maneira independente, sob os selos da Fuzzie Cannibal Comics e da RUÍDO PUBLICAÇÕES, lançou as seguintes obras Vidas Secas Cut Up, Indivisual, Bubble Plasma, Hobo, O desfiladeiro em Azlo Brum 1 & 2, Poindexter Review, Abordagem Laxativa, Quem Sabe, Mind Keepers 1 & 2, The Mazeboy, Cronenberg 1, 2 & 3 e Kaos 1. Em 2014, lançou o romance verbivisual multicamadas chamado "2013". Atualmente, Fabiano Gummo trabalha com ações que possibilitem provocar o pensamento em direção à multiplicidade visual contemporânea enquanto prepara seu segundo romance/caleidoscópio, com o título provisório de “700&TRINTA”.
Carlos Sekko tem 38 anos e nasceu em Niterói, RJ, o que considera um erro de percurso já que vive desde 1984 no Rio Grande do Sul. Seus primeiros trabalhos profissionais foram como desenhista de storyboard e ilustrador editorial, desenhando principalmente para editoras e periódicos como revista Cidade B, o Dilúvio, entre outras.
Em meados de 2007 lançou os fanzines Aríete e A Barata Chipada. Testou o formato minicomics (A7) quando lançou, em 2008, a 5cologia dos Sentidos (ainda não terminada), com os títulos: O Olho, A Boca e O Nariz. Em 2009 participou da revista Adeus, Tia Chica, publicação indicada para o Prêmio HQmix.
Após um hiato de alguns anos, trabalhos incompletos e projetos malogrados, voltou às origens com a publicação do fanzine Culatra, em 2014, no Osso. Tem como futuros projetos a HQ Doctor Graveyard Medicine Show, do argentino Damián Connelly, O Pampa Zumbi e a HQ de luta livre RedEagle, além, é claro, terminar, finalmente, todas os trabalhos que porventura iniciou.
R$ 20,00
Esqueleto - 3 - Gabriel Ferreira - Pedro Augusto Gohlke
Mente e mito se mesclam e renascem como um emaranhado de corredores angustiantes, lar de terrores primevos. E mais, um solitário pescador Inuti(esquimó) fica face a face com forças cósmicas além de sua compreensão.
Pedro Augusto Gohlke
Escritor que debuta nesta revista.
Escritor que debuta nesta revista.
Gabriel Ferreira
Ilustrador e autor independente de quadrinhos de Porto Alegre, participou do Álbum Picabu 5 e idealizou/produziu as revistas Phântasos e Nguenemapún
R$ 20,00
Ilustrador e autor independente de quadrinhos de Porto Alegre, participou do Álbum Picabu 5 e idealizou/produziu as revistas Phântasos e Nguenemapún
R$ 20,00
Esqueleto - 4 - Aline Daka
Álbum de confissões
Tradução do poema: Gleiton Lentz
Adaptação para os quadrinhos: Aline Daka
Publicada originalmente na (n.t.) Revista Literária em Tradução #6 Baseada no homônimo poema do dândi uruguaio Roberto de las Carreras, a HQ literária Álbum de confissões (1886) apresenta o próprio poeta como um personagem que entrevista a si mesmo num tom fantastico e tragicômico. Enquanto o personagem se duplifica e gira em torno de si, como num jogo de cartas, destila seu humor negro mediante uma série de eventos que ilustram uma visão crítica dos costumes do final do século XIX. A cada pergunta-resposta abrem-se um conjunto de mini-histórias que revelam uma atmosfera decadente onde o crime, o vício e os mais terríveis aspectos do caráter humano são banalizados. Carreras é um personagem ambivalente e provocativo e dirige seu escárnio também a si mesmo, trazendo ao leitor um caleidoscópio de belas e terríveis imagens onde se evocam poetas, pintores, músicos, suicidas e alguns dos personagens mais obscuros de sua biografia e época. Essa "brincadeira" só poderia ter um único e derradeiro final, é uma HQ que se apraz pelas entrelinhas
Fora de contato
Tradução do poema: Gleiton Lentz
Adaptação para os quadrinhos: Aline Daka
Publicada originalmente na (n.t.) Revista Literária em Tradução #8 Adaptada de homônima letra, "Fora de Contato" (1977), de Ian Curtis, é uma HQ atmosférica, cuja narrativa compõe-se de imagens e memórias do eu-narrador que busca extrair desses fragmentos de vida emoções muitas vezes perdidas de modo irremediável. A cidade é o personagem principal, em cujo cenário ele tenta reencontrar a si mesmo e procurar em memórias turvas e obscuras aquilo que lhe poderia trazer de volta o sentimento, ou um novo sentir. Mas são curvas que nada prometem, espaços vazios, percursos labirínticos, luzes e sombras que somente comemoram a dança solitária de seu espírito. As imagens que o cercam parecem condená-lo para todo o sempre, e novamente. A HQ procura traduzir o imaginário único de Curtis em cenas já conhecidas, compondo um quadro que possa conduzir a uma nova percepção de mundo, já contemplada por ele em ritmos e formas inconfundíveis.
O jogo do rabo do burro
HQ por Aline Daka HQ autoral de Aline Daka que faz da ilustração da crueldade de uma brincadeira infantil de meninas uma alegoria, para demonstrar que o jogo pode estar para sempre perdido não importa o que se faça...
Virgínia Eleita!
HQ por Aline Daka HQ de Aline Daka baseado em fragmento de Clarice Lispector, retirado do livro O lustre. Uma menina que nunca é escolhida garante para sempre seu poder com um simples gesto significativo...
Aline Daka é ilustradora e artista visual, desenvolve seu trabalho nas linguagens do desenho, dos quadrinhos, da ilustração e das Artes Visuais. Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul complementou seus estudos na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em Portugal. É ilustradora da (n.t.) Revista Literária em Tradução, na qual publica semestralmente quadrinhos a partir de poemas e textos literários; também é curadora e ensaísta do
Suplemento de Arte.
R$ 20,00
Álbum de confissões
Tradução do poema: Gleiton Lentz
Adaptação para os quadrinhos: Aline Daka
Publicada originalmente na (n.t.) Revista Literária em Tradução #6 Baseada no homônimo poema do dândi uruguaio Roberto de las Carreras, a HQ literária Álbum de confissões (1886) apresenta o próprio poeta como um personagem que entrevista a si mesmo num tom fantastico e tragicômico. Enquanto o personagem se duplifica e gira em torno de si, como num jogo de cartas, destila seu humor negro mediante uma série de eventos que ilustram uma visão crítica dos costumes do final do século XIX. A cada pergunta-resposta abrem-se um conjunto de mini-histórias que revelam uma atmosfera decadente onde o crime, o vício e os mais terríveis aspectos do caráter humano são banalizados. Carreras é um personagem ambivalente e provocativo e dirige seu escárnio também a si mesmo, trazendo ao leitor um caleidoscópio de belas e terríveis imagens onde se evocam poetas, pintores, músicos, suicidas e alguns dos personagens mais obscuros de sua biografia e época. Essa "brincadeira" só poderia ter um único e derradeiro final, é uma HQ que se apraz pelas entrelinhas
Fora de contato
Tradução do poema: Gleiton Lentz
Adaptação para os quadrinhos: Aline Daka
Publicada originalmente na (n.t.) Revista Literária em Tradução #8 Adaptada de homônima letra, "Fora de Contato" (1977), de Ian Curtis, é uma HQ atmosférica, cuja narrativa compõe-se de imagens e memórias do eu-narrador que busca extrair desses fragmentos de vida emoções muitas vezes perdidas de modo irremediável. A cidade é o personagem principal, em cujo cenário ele tenta reencontrar a si mesmo e procurar em memórias turvas e obscuras aquilo que lhe poderia trazer de volta o sentimento, ou um novo sentir. Mas são curvas que nada prometem, espaços vazios, percursos labirínticos, luzes e sombras que somente comemoram a dança solitária de seu espírito. As imagens que o cercam parecem condená-lo para todo o sempre, e novamente. A HQ procura traduzir o imaginário único de Curtis em cenas já conhecidas, compondo um quadro que possa conduzir a uma nova percepção de mundo, já contemplada por ele em ritmos e formas inconfundíveis.
O jogo do rabo do burro
HQ por Aline Daka HQ autoral de Aline Daka que faz da ilustração da crueldade de uma brincadeira infantil de meninas uma alegoria, para demonstrar que o jogo pode estar para sempre perdido não importa o que se faça...
Virgínia Eleita!
HQ por Aline Daka HQ de Aline Daka baseado em fragmento de Clarice Lispector, retirado do livro O lustre. Uma menina que nunca é escolhida garante para sempre seu poder com um simples gesto significativo...
Aline Daka é ilustradora e artista visual, desenvolve seu trabalho nas linguagens do desenho, dos quadrinhos, da ilustração e das Artes Visuais. Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul complementou seus estudos na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em Portugal. É ilustradora da (n.t.) Revista Literária em Tradução, na qual publica semestralmente quadrinhos a partir de poemas e textos literários; também é curadora e ensaísta do
Suplemento de Arte.
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Esqueleto - 5 - A coluna de Roberto - Adri A.
Roberto era um menino muito bonzinho que tinha um rabo muito malvado.
Adriano Andrade, vulgo Adri A., é ilustrador e quadrinista – às vezes, também escreve uns contos. Publica suas produções na páginafacebook.com/rextod e em fanzines que ele mesmo edita, além de já ter tido trabalhos selecionados para outras publicações de selos independentes.
Esqueleto - 6 - A Simpatia - Moacir Martins
HQ produzida originalmente para uma revista chamada Histórias Sobrenaturais no ano de 1991. A revista adaptava para os quadrinhos relatos de acontecimentos insólitos enviados por ouvintes para o programa de mesmo nome que os dramatizava, mas "A Simpatia" não chegou a ser editada na época. A história retrata o primeiro contato de uma jovem com o sobrenatural através de uma inocente simpatia para encontrar um pé de sapato perdido. O plano de fundo é uma Porto Alegre que não existe mais. Em um traço que sempre busca o documental, os personagens circulam pela avenida Bento Gonçalves, adentram o bar Las Vegas para beber e dançar como boa parte dos garotos faziam.
Fica o convite para o encontro sobrenatural no desfecho desses quadrinhos.
Moacir Martins e artista gráfico, nas áreas de ilustração e quadrinhos. Teve seus trabalhos publicados na revista Super Interesante - Aventuras na Histórias, na série O continente de São Pedro, para RBS TV, alem de participar na imprensa sindical de Porto Alegre. Participa como desenhista e roteirista da revista Picabu. Criador da revista em quadrinhos independente Strip Comics.

HQ produzida originalmente para uma revista chamada Histórias Sobrenaturais no ano de 1991. A revista adaptava para os quadrinhos relatos de acontecimentos insólitos enviados por ouvintes para o programa de mesmo nome que os dramatizava, mas "A Simpatia" não chegou a ser editada na época. A história retrata o primeiro contato de uma jovem com o sobrenatural através de uma inocente simpatia para encontrar um pé de sapato perdido. O plano de fundo é uma Porto Alegre que não existe mais. Em um traço que sempre busca o documental, os personagens circulam pela avenida Bento Gonçalves, adentram o bar Las Vegas para beber e dançar como boa parte dos garotos faziam.
Fica o convite para o encontro sobrenatural no desfecho desses quadrinhos.
Moacir Martins e artista gráfico, nas áreas de ilustração e quadrinhos. Teve seus trabalhos publicados na revista Super Interesante - Aventuras na Histórias, na série O continente de São Pedro, para RBS TV, alem de participar na imprensa sindical de Porto Alegre. Participa como desenhista e roteirista da revista Picabu. Criador da revista em quadrinhos independente Strip Comics.

Esqueleto - 7 - Walter Pax
Walter Pax é o ilustrador gaúcho responsável pelos desenhos da edição brasileira do famoso rpg CHAMADO DE CHTULHU (editora Terra Incógnita).Também fez parte da antologia em quadrinhos 27SEVEN-Vol2 (Image Comics),indicada ao prêmio Will Eisner.Além de ilustrar livros e HQ’s ( ZINES SUPREME/EXTREME/OBSCENE ,LEONARDINHO-MEMÓRIAS DO PRIMEIRO MALANDRO BRASILEIRO [editora Saraiva],IRMÃOS GRIMM EM QUADRINHOS [Desiderata],A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA [Leya/Barba Negra]),tbm atua como storyboarder e concept designer para filmes publicitários,cinema e TV.Acaba de concluir seu projeto LOVE (um livro com ilustrações baseadas no universo do escritor H.P.Lovecraft), lançado pela editora iEA.Walter vive em Porto Alegre com a esposa e o filho.
Walter Pax é o ilustrador gaúcho responsável pelos desenhos da edição brasileira do famoso rpg CHAMADO DE CHTULHU (editora Terra Incógnita).Também fez parte da antologia em quadrinhos 27SEVEN-Vol2 (Image Comics),indicada ao prêmio Will Eisner.Além de ilustrar livros e HQ’s ( ZINES SUPREME/EXTREME/OBSCENE ,LEONARDINHO-MEMÓRIAS DO PRIMEIRO MALANDRO BRASILEIRO [editora Saraiva],IRMÃOS GRIMM EM QUADRINHOS [Desiderata],A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA [Leya/Barba Negra]),tbm atua como storyboarder e concept designer para filmes publicitários,cinema e TV.Acaba de concluir seu projeto LOVE (um livro com ilustrações baseadas no universo do escritor H.P.Lovecraft), lançado pela editora iEA.Walter vive em Porto Alegre com a esposa e o filho.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Esqueleto - 8 - Carlos Ferreira - João Azeitona
A Caça
Em uma pacata vila céltica, animais e homens são devorados por
estranhas criaturas. Acreditam os aldeões que estão sendo caçados e assombrados por antigos deuses. A única forma de sobreviverem será capturando estes deuses antigos.
Codex Gigas
Um antigo manuscrito medieval conhecido como a Bíblia do Diabo desperta no futuro a devoção de um antigo deus.
Carlos Ferreira
Artista gráfico, diretor, roteirista e editor. Desenvolve atividades em diversas áreas, como cinema, quadrinhos, televisão e música. Roteirista de histórias em quadrinhos publicadas no Brasil, Argentina e Japão, destacando-se os álbuns Kardec (Editora Leya 2011), Os Sertões - A Luta e O Castelo, de Franz Kafka (Editora Nova Fronteira 2010 e 2012), Caos(IEL/Corag, 2013) e a revista independente Picabu (1991,1992,1993,2009,2011 e 2013).
Premiado no Salão Internacional de Desenhos para Imprensa (1992 e 2013), Festival internacional de Quadrinhos-FIQ (1998), Bienal Internacional de Quadrinhos (1993) e Salão Internacional de Humor de Piracicaba(1996), premiado no HQMIx (2011). finalista Prêmio AGES de Literatura (2014).
João Azeitona
Atualmente trabalhando na agência DM9Sul, em Porto Alegre, como ilustrador. Desenhou para a editora americana Boom Studios: "SUFFRAJITSU: Mrs Pankhurst's Amazons" e "ROBOCOP: Memento Mori" que tem versão publicada no Brasil. Criador do recém financiado projeto em quadrinhos "As aventuras do PORCO PIRATA".
R$ 20,00
A Caça
Em uma pacata vila céltica, animais e homens são devorados por
estranhas criaturas. Acreditam os aldeões que estão sendo caçados e assombrados por antigos deuses. A única forma de sobreviverem será capturando estes deuses antigos.
Codex Gigas
Um antigo manuscrito medieval conhecido como a Bíblia do Diabo desperta no futuro a devoção de um antigo deus.
Carlos Ferreira
Artista gráfico, diretor, roteirista e editor. Desenvolve atividades em diversas áreas, como cinema, quadrinhos, televisão e música. Roteirista de histórias em quadrinhos publicadas no Brasil, Argentina e Japão, destacando-se os álbuns Kardec (Editora Leya 2011), Os Sertões - A Luta e O Castelo, de Franz Kafka (Editora Nova Fronteira 2010 e 2012), Caos(IEL/Corag, 2013) e a revista independente Picabu (1991,1992,1993,2009,2011 e 2013).
Premiado no Salão Internacional de Desenhos para Imprensa (1992 e 2013), Festival internacional de Quadrinhos-FIQ (1998), Bienal Internacional de Quadrinhos (1993) e Salão Internacional de Humor de Piracicaba(1996), premiado no HQMIx (2011). finalista Prêmio AGES de Literatura (2014).
João Azeitona
Atualmente trabalhando na agência DM9Sul, em Porto Alegre, como ilustrador. Desenhou para a editora americana Boom Studios: "SUFFRAJITSU: Mrs Pankhurst's Amazons" e "ROBOCOP: Memento Mori" que tem versão publicada no Brasil. Criador do recém financiado projeto em quadrinhos "As aventuras do PORCO PIRATA".
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Esqueleto - 9 - Virginia di Lauro - Onde tem existir
Fotografar é como um exercício do olhar para dentro, seja no autorretrato ou no exterior que cerca o ser. É estar fora e ainda assim se adentrar no universo de cada ponto olhado, é ligação e sintonia.
O movimento está ali e aqui, até no que esta parado, ou morto em decomposição.
Tempo é movimento, existir é estar em sintonia com o que cerca, e essa sintonia é viver, adentrar, atravessar e deixar-se ser atravessada pelo tempo-movimento, é estar de olhos abertos mesmo quando fechados, é olhar para dentro e fora, é fluir, transbordar.
Sobre Virgínia Di Lauro:
Estamos em um corpo floresta de morna e úmida temperatura. O claro e escuro revelam a grama, o ruído em texturas grãos. Não estamos em uma realidade, ou em uma ficção. Simplesmente não estamos. Mas há o silêncio e a narrativa aqui. Aqui há a revelação, o contar e é muito mais o que imaginamos: memória. E o ar é o corpo, terra, bosque, sexo e uma caminhada interna. Dizem que tudo é a memória. Um bosque ramificado sobre você. Todos nós criaturas imaginadas por Virgínia Di Lauro.
Esqueleto 11 - Fabiano Gummo - Mansão Wamosy
Partindo do sincretismo entre desenho, texto, fotografia, exercícios tipográficos, diagramas e diálogos, Fabiano Gummo busca o enfrentamento entre possibilidades expandidas de narrar. A Mansão Wamosy tem como principal objetivo a invenção de trilhas e personagens que, sob determinados aspectos, também podem ser reais e, em determinadas acepções podem não passar, obviamente, de um jogo (ir)racional.
Partindo do sincretismo entre desenho, texto, fotografia, exercícios tipográficos, diagramas e diálogos, Fabiano Gummo busca o enfrentamento entre possibilidades expandidas de narrar. A Mansão Wamosy tem como principal objetivo a invenção de trilhas e personagens que, sob determinados aspectos, também podem ser reais e, em determinadas acepções podem não passar, obviamente, de um jogo (ir)racional.
Fabiano Gummo nasceu em 1978, em Canoas, Rio Grande do Sul. Iniciou sua produção artística no final da década de 80, vinculando o cotidiano maximalista do subúrbio urbanizado aos mais diversos percursos estéticos. Como destaques, vale citar as mostras individuais “Coração Gordo: A Multiplicidade Experimental”, “O Desenho do Campo Devastado”, “Isolated Membrane” e “Laxative Approach”. De maneira independente, sob os selos da Fuzzie Cannibal Comics e da RUÍDO PUBLICAÇÕES, lançou as seguintes obras Vidas Secas Cut Up, Indivisual, Bubble Plasma, Hobo, O desfiladeiro em Azlo Brum 1 & 2, Poindexter Review, Abordagem Laxativa, Quem Sabe, Mind Keepers 1 & 2, The Mazeboy, Cronenberg 1, 2 & 3 e Kaos 1. Em 2014, lançou o romance verbivisual multicamadas chamado "2013". Atualmente, Fabiano Gummo trabalha com ações que possibilitem provocar o pensamento em direção à multiplicidade visual contemporânea, enquanto prepara seu segundo romance/caleidoscópio intitulado provisoriamente “700&TRINTA”.
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